OI Pessoal, sábado (11/2), às 19h, vamos conversar a respeito deste vídeo (que está ai em baixo) na casa do Rodrigo Macedo. Não vai ser nada especial ou oficial, ou seja, NÃO é programação da igreja, nem da UMP, nem da UPA. Será “somente” os cristãos reunidos na casa de um irmão, conversando a respeito da Bíblia. Quem quiser, assista o vídeo, faça suas ponderações e compareça lá!
Jeremy Camp iniciou sua carreira ainda jovem, com seus vinte e poucos anos. E a pouca idade não foi razão para uma vida fácil. Com apenas 23 anos, ele e sua esposa descobriram que ela, com apenas 21 anos, enfrentava um câncer incurável. Em menos de 4 meses, Jeremy conheceu a viuvez.
Sabemos que este não é o ponto principal de uma coluna musical, mas o fato é que a dor de Jeremy resultou em algumas das mais belas canções cristãs da atualidade. As faixas “Walk by Faith” e “I Still Believe” foram sucesso nos EUA e fora deles entre cristãos que enfrentam suas próprias lutas e dificuldades.
O cantor tem viajado muito desde então, levando seu violão e sua música, que ganhou reconhecimento internacional com o lançamento do álbum “Live Unplugged” em 2005 (lançado no Brasil pela gravadora Bom Pastor).
Apesar de seu trabalho acústico ter sido o de maior reconhecimento internacional, Jeremy também se enquadra entre os bons cantores dessa nova safra que o Pop Rock cristão tem colhido. Belíssimas melodias, arranjos bem pensados, voz marcante e letras fortes fazem parte de todos os projetos do cantor, que já integrou a trilha sonora de vários filmes como “As Crônicas de Nárnia” e “Ponte para Terabítia”.
No mês de maio, o Brasil recebe sua tour pela primeira vez com apresentações em 3 capitais brasileiras: Goiânia (dia 12), Rio de Janeiro (dia 13) e São Paulo (dia 14). Saiba mais sobre a apresentação em Goiânia AQUI e não deixe de acessar o site oficial do cantor, onde você poderá conhecer mais a respeito do novo álbum do cantor, que está recheado de sucessos da música cristã contemporânea em novas e empolgantes versões.
A dica do que rola na net hoje é o Blog voltemosaoevangelho.com Se você não costuma visitar esse tipo de blog ou site, comece. Sabe, antes de você entrar na sua página do facebook, twitter ou do decadente orkut -coitado, tentando se iguala ao face-, separe um tempinho pra ler algo ou assistir um vídeo, que possa ampliar seu conhecimentos sobre Deus. Pra começar indico dois vídeozinhos…
Sempre que escuto comentários sobre um novo filme, logo corro para ver o trailer e tentar “sentir” alguma primeira simpatia pelo que vejo. Minha primeira impressão sobre Julie & Julia não fui muito calorosa. Acreditei que era apenas mais um filme sobre culinária, superação e inspiração. Até que tudo mudou quando eu soube que era um filme baseado em fatos reais. Sou fã de filmes desse gênero, pois ao contrário da ficção, a vida é uma trama maior, mais complicada e tem muito mais surpresas do que qualquer escritor, diretor ou mero sonhador poderia criar ou imaginar. Assisti ao filme sempre pensando na vida real das personagens que, na verdade, não são simples personagens, mas pessoas que viveram tudo aquilo, o que torna tudo mais inspirador e bonito.
Julia Child nasceu em 1912, morando em Paris, decidiu entrar para a escola de culinária Le Cordon Bleu e logo já superava todos os homens de sua turma, sempre mostrando alegria e excitação pelo que fazia. Ao longo de quase oito anos trabalhou em um livro de culinária francesa para americanas, enfrentando todo tipo de adversidade e frustração para isso. Julie Powell, quase 40 anos depois de Julia Child ter tido seu livro publicado, resolveu fazer todas as 524 receitas de Julia em 365 dias e publicar toda a sua aventura um blog – que ainda se encontra ativo (Blog de Julie Powell).
Ao longo do filme acompanhamos toda a história das duas personagens em paralelo: Uma hora estamos olhando para a vida de Julia em Paris nos anos 50 e em outra para a vida de Julie nos anos 2000. Estamos sempre sendo levados a acompanhar as semelhanças, desventuras, frustrações e alegrias de ambas. É uma viagem muito deliciosa entre molhos, sobremesas, carnes e toda variedade da culinária francesa.
Inspiração seria a palavra correta para definir a linha central do filme e das histórias contadas sobre duas grandes mulheres que se superaram e transformaram suas vidas de maneira surpreendente, uma com seu jeito simpático e persistente, outra sendo inspirada constantemente por sua “musa”. Apesar do filme ser uma adaptação do livro, acredito que a mensagem foi bem passada. Recomendo o filme a qualquer um que se interesse por comida, mulheres incríveis, amor, lindas paisagens em Paris e histórias de gente perseverante e vencedora.
Vivemos em uma época onde a maioria das pessoas buscam as bênçãos, que satisfazem as suas aspirações e necessidades terrenas. Não é comum ver pessoas como os pais do pequeno Eliot ou Zac, que mesmo através da dor conseguem enxergar a vontade de Deus. E encontram neste caminho um motivo a mais para agradecer a Ele por sua graça.
Neste feriado [triste, por sinal], muitas pessoas se lembram dos amigos e parentes queridos que já não estão conosco. Outros cultivam o hábito de levar flores para o lugar onde seus corpos físicos foram postos para repouso. A canção abaixo traz de maneira muito poética a importância de oferecermos nossas “flores em vida, enquanto é dia”, uma mensagem pertinente para qualquer um, cristão ou não.
Krystal Meyers é mais uma jovem prodígio que conquistou reconhecimento em meio à música cristã. A moça que começou a cantar em sua igreja ainda criança começou a compor suas próprias canções aos 10 anos e a tocar violão aos 13.
Foi em 2005, com apenas 16 anos, que seu primeiro álbum foi lançado e não demorou muito para estourar. Várias faixas conquistaram posições altas nas paradas cristãs, com destaque para “Anticonformity”, faixa que guiou o disco e chegou a bater a banda Red Hot Chilli Peppers no Japão, por exemplo. Este primeiro trabalho foi voltado para o rock melódico, com presença forte do violão e, por conta da semelhança sonora e visual, sua imagem levou-a a ser comparada a artistas de sucesso no meio secular como Avril Lavigne.
Pouco mais de um ano depois, “Dying for a heart”, segundo álbum da cantora, foi lançado. Com um som aparentemente mais maduro, Krystal ousou mais neste disco, que possui faixas com guitarras bem mais pesadas que no seu trabalho de estréia. As letras incluem uma posição abertamente radical de Meyers contra o sexo pré-nupcial e uma crítica à falta de amor que assola os cristãos da atualidade. A música “Together”, por sua vez, foi destaque no canal NBC da rede de TV norte-americana, sendo um dos temas da famosa série “Heroes” (1ª e 3ª temporada).
O sucesso de Krystal no Japão e outros países asiáticos permaneceu em alta e a música título de seu terceiro CD, lançado em 2008, foi selecionada para fazer parte da trilha sonora das Olimpíadas de Pequim. O álbum “Make Some Noise” surpreendeu os fãs e a crítica, devido à mudança significativa de estilo musical apresentada pela cantora. As muitas guitarras e o punk rock dos primeiros CDs foram substituídos pelo eletro pop e seus arranjos eletrônicos. Segundo Krystal, é um álbum mais divertido, novo e diferente com levada disco européia.
As letras de Krystal Meyers, a maioria de sua própria composição, são facilmente associadas à faixa etária que lhe ouve. Jovens e adolescentes podem encontrar em seus álbuns boa música com conteúdo de qualidade. A cantora, nos últimos 2 anos, casou-se, fez alguns trabalhos como modelo e tem-se mantido afastada da música. Por enquanto, não há notícias de um quarto álbum. Fica a dica dos seus três projetos já lançados. Abaixo, você pode conhecer um pouco mais.
O vídeo abaixo foi feito originalmente em inglês com o intuito de desafiar jovens a falar de Cristo para seus amigos. Com o tempo, popularizou-se na internet e ultrapassou um milhão de acessos. A versão em português já se aproxima da marca com pouco mais de 750 mil vizualizações. Julgado controverso e polêmico por muitos, trata-se de uma dramatização baseada no que um amigo diria ao seu amigo “cristão” quando se deparasse com o inferno. A principal crítica encontrada pelo vídeo é o fato de, como cristãos, repudiarmos a existência de contato de mortos com os seres vivos. Entretanto, vale destacar mais uma vez que trata-se de uma dramatização. E você? O que pensa a respeito? Dê sua opinião!